domingo, 3 de outubro de 2010

As almas.


As almas.

Encontram-se
na poesia permanecem
loucas e pedintes de amor.
Vibram enriquecidas.
As mentes mantêm-se
presas e cativas.
As almas se enamoram,
entregues a loucura.
Não cedem a magia da
natureza fria.

Almas intoxicadas
entregues e famintas.
Curar?
Só na loucura das
noites quentes.
Beber do sangue,
tocar o cálice
nas noites ardentes.
As almas se comunicam
pedintes, e os corpos
relutam tementes.

Almas perturbadas.
Miseravelmente
entregues e carentes.
São almas boas, espíritos
bons.
O que não presta mesmo
são os corpos.
O que se dão de mais
valor.
Grandes são as almas
que se encontram
puras no amor.

Marisa Torres
©Direitos reservados,


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