sexta-feira, 29 de maio de 2009


Meus caminhos.

Meus caminhos são os teus são como
mentes que embalam.
Um eterno viver meu corpo no teu um tal
bem querer.
Meu caminho é o teu, num gozo pleno sem
espinhos meu bem viver.
Meus caminhos são como a chuva que cai
aumentando as águas do mar.
Nossos caminho ninguém irá mudar.

Meu caminho é teu nome seguir, é
correr para o céu, é ate morrer por ti.
É não ter direção, é seguir o vento, escrever
azul ou cinzento em uma folha de papel.
Para mim tanto faz meu caminho ser torto,
quero é afagar teu rosto beijar teu
pescoço.
Quero você junto a mim.

Meu caminho e o teu, é só emoção, um conto
de fadas onde a Julieta e o Romeu não morreu.
É saber que a vida inteira é de amor e
alegriaé ter esperança que um dia você
vai ser meu.
Meu caminho é de paz é te ter no amanhã e
no anoitece é contigo viver.
É viver cada momento ao teu lado dividir
teu cansaço ou trazê-lo pra mim.
Meu caminho falo a todo instante...
Sou eu você.

Marisa Torres

© Todos os direitos reservados pelo autor

Alimento-me

Alimento-me da poesia.
Desta magia tirada do solo.
Do ar do meu tempo roubado.
Desta intrigante agitação
do meu pensamento.

Esta que pigmenta cálidas
Palavras soltas numa folha
de papel.
Ando buscando em cada minuto,
soltar as palavras, buscar
no teu olhar,e imaginar
que és real.

Da poesia que jorra
bondade
E transborda por minhas veias
gotejando, amor e amizade.
Que brota do espírito
E revela a alma do poeta
que existe em mim.

Poesia é um estado
de espírito.
Quando estou feliz,
escrevo felicidade,
se estou triste
só te darei desamor,
Angustia e dor.

Marisa Torres
© Todos os direitos reservados pelo autor

Amor minha inspiração.

Amor que inspira...
Que irradias o que há de bom em mim.
Que faz nascer meus poemas.
Afasta o que há de negro e ruim.
Que mantém colorido arco no céu.
Um grande amor, só
pode ser assim.

Mantém os mistérios e
me tira do sério.
Amor que num olhar decifra meus
gostos.
Aquele que lê meus poemas com
gosto.
Que vive meus dilemas.
Sejam eles grandes ou pequenos
“O amor que acredita
em mim”

Conhece o que há em
minha´lma.
Se mantém vivo em minha
existência.
Que desenha os traços do meu
coração.
Que somente com o vento beija-me a face
Aquele que hoje é meu amor.
É minha inspiração.
“Ele” que na doçura virou canção.

Marisa Torres

© Todos os direitos reservados pelo autor

A poesia e eu.

No doce navegar no meu silêncio calo.
Nas tristes notas me perco na emoção
de uma canção.
Na poesia encanto um mundo de ilusão.
Eu e a poesia a poesia e eu...
Falo.

Quando mergulho num papel e traço
meus segredos.
O meu coração chora neste imenso
jardim de medos.
Quando falo na poesia da beleza
de uma flor.
Meu coração de poeta arde a sorrir
de amor.

A poesia e eu...
Um dueto a transpirar no suor carinhos
no caminho.
Um elo agonizante de linguagem
transparente.
Um rumo sem volta ou um prêmio não
recebido.
Um grito de amor ou a voz calada
de um cantor.
Eu e a poesia em um mundo
de dor.

Marisa torres

© Todos os direitos reservados pelo autor

Os olhos

Assim são eles... Olhos que falam
e jamais mentem
Espelho da alma mostrada no rosto a
sua transparência
Olhos da saudade, da alegria, do mistério
ou da maldade.
Mesmo não querendo entregam-se
e desnudam-se
Assim são os olhos falam também
na lealdade

Olhos ternos sempre em
sintonia a brilhar.
Falam, vêem e retribuem no eterno sonhar.
Olhos sem medos sem conflitos
e sem segredos
Conscientes e presentes olhos que
jamais se esquece.

Olhos da maldade que em
tudo vê malícia.
São olhos ardentes no ódio que fervem
nas chamas do pavor.
Amedrontam, mas não encaram jamais os
olhos do amor.
São na verdade olhos sem virtudes, olhos
que não seduz e sem luz.

Lindos são os olhos dos amantes que
em tudo vê beleza.
Que vivem brilhantes onde se faz
acontecer e esquecer.
E na sintonia são donos do mundo sinceros
e fascinantes.
Brilham e soltam chamas
de amor delirantes
Olhos que fascinam que se entregam
e se cristalizam.
Não perdem a esperança, olhos que não
tem hora:
Olhos de amantes.

Marisa Torres

Marisa torres
© Todos os direitos reservados pelo autor

Meu verso.




Meu verso.


Meu universo
é composto de fantasias
e melodias.
Meu poema é sem razão, mas
dedico-te com emoção.
Palavras desalinhadas
sonhadas quem vai
entender?
A poesia é meu sopro de
vida é amando
que vou morrer.


Caminho sem destino
sem tentar agradar só quem
ama entenderá.
Na esperança me dou
transformo meus versos em
canções de amor.
Na cantiga sincera eu sou
uma fera onde tudo floresce
ao meu redor.
Meu verso eu viro ao inverso
sem perfeição nem melhor
nem pior.


Escrevo e descrevo
meu nome e o teu quer
tu queiras ou não.
Viajo em versos e te levo comigo
sou Eva tu és Adão.
Amanheço contigo te levo flores
café na cama e diz que me ama.
Sou um sonhador delirante...
Eu posso tudo em meu verso estará
onde estou.


Marisa Torres
© Direitos reservados. 


A lágrima.

A lágrima surge numa euforia gigante na
tristeza sem disfarces.
Na alegria surge bela num rosto triste como
flor de primavera.
No amor vive ativada na mulher moça sedutora
em busca de amor angustiada.
Entre a tristeza e a alegra a lágrima muda no
Efêmero momento que se revela.

Sedutora nos olhos falsos se manifesta sem
graça ocultando a alegria que guarda.
Em gotas de tinta brilha em telas lindas
decorando ambientes de alegria.
Em teatros espelha uma realidade ensaiada de
grandes amores da fatalidade.
A lágrima expressa entre a alegria e a tristeza
a realeza na espera da sua grandeza.

Na música alegre em momentos aparece
triste no rosto da donzela.
Em notas tristes encanta momentos felizes de
união na mais bela perfeição.
Aparece na depressão onde todos se perguntam
o porque que ela aquece.
Alegre ou triste, na mocidade ou na velhice
a lágrima nunca desaparece.
É a mais pura expressão de
dor e a alegria no coração!

Marisa Torres

© Todos os direitos reservados pelo autor

Tempo.

Tempo meu lento...
Muito mais para quem espera.
Tempo rico, para os esperados,
sonhos loucos para
os desesperados também.
Mas o que importa é preocupar-me com ele.
E não me deixar desesperar pelo tempo.
Tempo voa. Não tem nada de lento.

Muito rápido passa o tempo
para os que o temem.
Quanto mais medo se tem
mais corre para quem contém.
Muito longo se torna se lamento.
Mas como posso escrever sem lamentar?
Se aqui estou para expressar-me,
se tenho ou não tempo...
Eu começo a me preocupar,
e o tempo a passar.

Tempo...
Muito curto se festejo,
tudo se perde no tempo.
Não devo preocupar-me, me entendo
um pouco com ele.
Mas se estou a amar, ele parece não passar.
Tudo para no tempo, e eu aproveito para sonhar.
Peço angustiada nesta hora, que ele pare,
e se eternize neste momento.
Ou para um pouco tempo.

Marisa Torres

© Todos os direitos reservados pelo autor